O desenvolvimento acelerado da inteligência artificial reacendeu questionamentos filosóficos a respeito da capacidade de modelos modernos desenvolverem algum grau de consciência. De acordo com informações divulgadas pela revista The Economist, companhias do setor começaram a recrutar especialistas em filosofia para analisar o bem-estar dessas ferramentas e avaliar se operam apenas como instrumentos técnicos. Especialistas apontam que a eventual existência de sensações, como o sofrimento, imporia deveres morais na forma como essas tecnologias são manipuladas e tratadas, alterando profundamente as relações éticas com os sistemas digitais. Paralelamente, permanecem alertas sobre os riscos da utilização dessas plataformas para a criação rápida e a propagação de conteúdos enganosos.
Source : G1
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